Pois é prezados amiguinhos, acabaram-se-me os exames há coisa de 4 horitas.
Isso significa que estou oficialmente de vacaciones como diriam nuestros hermanos!
Era só para avisar que me vou encontrar algum tempo sem postar aqui coisa nenhuma porque me vou encontrar extrema e prolongadamente alcoolizado numa valeta qualquer, perto de vocês. Para o caso de correr eventualmente mal e não me reconhecerem, vou tatuar a minha morada de casa na testa e vou andar com 75€ de selos dos CTT no bolso para que me possam enfiar num marco de correio se fizerem o favor.
Por favor não me enfiem merdas no cu enquanto estiver desmaiado e se virem que estou em muito mau estado (tipo pronto para ir para a sucata), antes de me meterem no marco de correio, colem-me um post-it na cabeça com a morada do hospital mais próximo.
Agradeço desde já a vossa atenção e subscrevo-me com amizade,
O sempre vosso,
Joum
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Ah, pois é... nem me lembrava!
Reparei agora, quando visualizava o último post que hoje são 14 de Fevereiro. Ou seja, dia dos Namorados.
Ocorreram-se-me imediatamente dois pensamentos:
1º - O motivo pelo qual não sabia ser dia dos Namorados é não ter namorada. Já vos pedi ajuda e até agora recebi 3 telefonemas e 2 eram engano, sendo que o outro era de uma vitela em idade imprópria para consumo. Portanto, continuem a tentar ajudar-me (ou comecem, se for esse o caso).
2º - Queria partilhar convosco a seguinte pérola:

Sem mais de momento, o sempre vosso,
Joum
Ocorreram-se-me imediatamente dois pensamentos:
1º - O motivo pelo qual não sabia ser dia dos Namorados é não ter namorada. Já vos pedi ajuda e até agora recebi 3 telefonemas e 2 eram engano, sendo que o outro era de uma vitela em idade imprópria para consumo. Portanto, continuem a tentar ajudar-me (ou comecem, se for esse o caso).
2º - Queria partilhar convosco a seguinte pérola:

Sem mais de momento, o sempre vosso,
Joum
The end of a cycle?
Olá amiguinhos!
Ontem tive aquele, que penso eu, terá sido o último exame de Teoria dos Sistemas a que fui exposto.
Hoje em dia a disciplina chama-se Sistemas e Controlo e, em rigor, a única coisa que mudou foi decididamente o nome. Continua a ser a mesma estúpida desculpa que conseguiram arranjar para obrigar gente a ficar vários anos no sistema de ensino superior e alimentar a máquina de estado com o dinheiro das propinas. Isso e a Super Bock. E as festas... e os livros em inglês... e outras coisas que agora não me lembro, mas que dariam pano para mangas se eu estivesse a falar de teorias de conspiração. Que claramente não estou.
Gostaria portanto de dizer que estou uma cadeira mais próximo do fim do curso, mas não o vou dizer por dois motivos:
1º - (parte óbvia) Não o direi porque ainda não saiu a nota e eu acredito em milagres, mas acredito ainda mais em calamidades.
2º - (menos óbvio, mas factual) Sempre que atiro foguetes antes de fazer a festa, levo com as canas nos cornos e acabo a falar mal da minha vida.
De qualquer forma, aceito de bom grado os vossos actos de parabenização, porque acho que até estou a fazer algo por merecê-los. Quanto mais não seja, dêem-me os parabéns pelo espetacular blog... (eu sei que vai dar merda, mas enfim!...)
Abreijos,
Joum
Ontem tive aquele, que penso eu, terá sido o último exame de Teoria dos Sistemas a que fui exposto.
Hoje em dia a disciplina chama-se Sistemas e Controlo e, em rigor, a única coisa que mudou foi decididamente o nome. Continua a ser a mesma estúpida desculpa que conseguiram arranjar para obrigar gente a ficar vários anos no sistema de ensino superior e alimentar a máquina de estado com o dinheiro das propinas. Isso e a Super Bock. E as festas... e os livros em inglês... e outras coisas que agora não me lembro, mas que dariam pano para mangas se eu estivesse a falar de teorias de conspiração. Que claramente não estou.
Gostaria portanto de dizer que estou uma cadeira mais próximo do fim do curso, mas não o vou dizer por dois motivos:
1º - (parte óbvia) Não o direi porque ainda não saiu a nota e eu acredito em milagres, mas acredito ainda mais em calamidades.
2º - (menos óbvio, mas factual) Sempre que atiro foguetes antes de fazer a festa, levo com as canas nos cornos e acabo a falar mal da minha vida.
De qualquer forma, aceito de bom grado os vossos actos de parabenização, porque acho que até estou a fazer algo por merecê-los. Quanto mais não seja, dêem-me os parabéns pelo espetacular blog... (eu sei que vai dar merda, mas enfim!...)
Abreijos,
Joum
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Confere...
ACTUAL COLLEGE THEME PAPER - HEY I COULDN'T MAKE THIS UP
Remember the book "Men are from Mars, Women are from Venus"?
Well, here's a prime example offered by an English professor
at an American University.
"Today we will experiment with a new form called the tandem story.
The process is simple. Each person will pair off with the person
sitting to his or her immediate right. One of you will then write
the first paragraph of a short story. The partner will read the
first paragraph and then add another paragraph to the story. The
first person will then add a third paragraph, and so on back and
forth. Remember to reread what has been written each time in order
to keep the story coherent. There is to be absolutely NO talking
and anything you wish to say must be written on the paper. The
story is over when both agree a conclusion has been reached."
The following was actually turned in by two of my English students:
Rebecca -last name deleted, and Jim - last name deleted.
------------------------------------------------------------
STORY:
(First paragraph by Rebecca)
At first, Laurie couldn't decide which kind of tea she wanted. The
chamomile, which used to be her favorite for lazy evenings at home,
now reminded her too much of Carl, who once said, in happier times,
that he liked chamomile. But she felt she must now, at all costs,
keep her mind off Carl. His possessiveness was suffocating, and if
she thought about him too much her asthma started acting up again.
So chamomile was out of the question.
-----------------------------------------------------
(Second paragraph by Jim)
Meanwhile, Advance Sergeant Carl Harris, leader of the attack
squadron now in orbit over Skylon 4, had more important things to
think about than the neuroses of an air-headed asthmatic bimbo named
Laurie with whom he had spent one sweaty night over a year ago. "A.S.
Harris to Geostation 17, he said into his trans- galactic communicator.
"Polar orbit established. No sign of resistance so
far..." But before he could sign off, a bluish particle beam flashed
out of nowhere and blasted a hole through his ship's cargo bay. The
jolt from the direct hit sent him flying out of his seat and across
the cockpit.
----------------------------------------------------------
(Rebecca)
He bumped his head and died almost immediately but not before he
felt one last pang of regret for psychically brutalizing the one
woman who had ever had feelings for him. Soon afterwards, Earth
stopped its pointless hostilities towards the peaceful farmers
of Skylon 4. Congress Passes Law Permanently Abolishing War and
Space Travel," Laurie read in her newspaper one morning. The news
simultaneously excited her and bored her. She stared out the window,
dreaming of her youth, when the days had passed hurriedly and
carefree, with no newspapers to read, no television to distract
her from her sense of innocent wonder at all the beautiful things
around her. "Why must one lose one's innocence to become a woman?"
she pondered wistfully.
--------------------------------------------------------
(Jim)
Little did she know, but she had less than 10 seconds to live.
Thousands of miles above the city, the Anu'udrian mothership
launched the first of its lithium fusion missiles. The dim-witted
wimpy peaceniks who pushed the Unilateral Aerospace Disarmament
Treaty through the congress had left Earth a defenseless target
for the hostile alien empires who were determined to destroy the
human race. Within two hours after the passage of the treaty
the Anu'udrian ships were on course for Earth, carrying enough
firepower to pulverize the entire planet. With no one to stop
them, they swiftly initiated their diabolical plan. The lithium
fusion missile entered the atmosphere unimpeded. The President,
in his top-secret Mobile submarine headquarters on the ocean floor
off the coast of Guam, felt the inconceivably massive explosion,
which vaporized poor, stupid Laurie and 85 million other Americans.
The President slammed his fist on the conference table. "We can't
allow this! I'm going to veto that treaty! Let's blow 'em out of
the sky!"
---------------------------------------------------------
(Rebecca)
This is absurd. I refuse to continue this mockery of literature.
My writing partner is a violent, chauvinistic semi-literate
adolescent.
----------------------------------------------------------
(Jim)
Yeah? Well, you're a self-centered tedious neurotic whose attempts
at writing are the literary equivalent of Valium. "Oh shall I have
chamomile tea? Or shall I have some other sort of F*CKING TEA??? Oh
no, I'm such an air headed bimbo who reads too many Danielle Steele
novels."
----------------------------------------------------------
(Rebecca)
Asshole.
----------------------------------------------------------
(Jim)
Bitch.
----------------------------------------------------------
(Rebecca)
Wanker.
----------------------------------------------------------
(Jim)
slut.
---------------------------------------------------------
(Rebecca)
Get f*cked.
----------------------------------------------------------
(Jim)
Eat shit.
--------------------------------------------------------
(Rebecca)
F*CK YOU - YOU NEANDERTHAL!!!
----------------------------------------------------------
(Jim)
Go drink some tea - whore.
--------------------------------------------------------
(Teacher)
A+ I really liked this one.
Numa Palavra só: Épico!
Joum
Remember the book "Men are from Mars, Women are from Venus"?
Well, here's a prime example offered by an English professor
at an American University.
"Today we will experiment with a new form called the tandem story.
The process is simple. Each person will pair off with the person
sitting to his or her immediate right. One of you will then write
the first paragraph of a short story. The partner will read the
first paragraph and then add another paragraph to the story. The
first person will then add a third paragraph, and so on back and
forth. Remember to reread what has been written each time in order
to keep the story coherent. There is to be absolutely NO talking
and anything you wish to say must be written on the paper. The
story is over when both agree a conclusion has been reached."
The following was actually turned in by two of my English students:
Rebecca -last name deleted, and Jim - last name deleted.
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STORY:
(First paragraph by Rebecca)
At first, Laurie couldn't decide which kind of tea she wanted. The
chamomile, which used to be her favorite for lazy evenings at home,
now reminded her too much of Carl, who once said, in happier times,
that he liked chamomile. But she felt she must now, at all costs,
keep her mind off Carl. His possessiveness was suffocating, and if
she thought about him too much her asthma started acting up again.
So chamomile was out of the question.
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(Second paragraph by Jim)
Meanwhile, Advance Sergeant Carl Harris, leader of the attack
squadron now in orbit over Skylon 4, had more important things to
think about than the neuroses of an air-headed asthmatic bimbo named
Laurie with whom he had spent one sweaty night over a year ago. "A.S.
Harris to Geostation 17, he said into his trans- galactic communicator.
"Polar orbit established. No sign of resistance so
far..." But before he could sign off, a bluish particle beam flashed
out of nowhere and blasted a hole through his ship's cargo bay. The
jolt from the direct hit sent him flying out of his seat and across
the cockpit.
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(Rebecca)
He bumped his head and died almost immediately but not before he
felt one last pang of regret for psychically brutalizing the one
woman who had ever had feelings for him. Soon afterwards, Earth
stopped its pointless hostilities towards the peaceful farmers
of Skylon 4. Congress Passes Law Permanently Abolishing War and
Space Travel," Laurie read in her newspaper one morning. The news
simultaneously excited her and bored her. She stared out the window,
dreaming of her youth, when the days had passed hurriedly and
carefree, with no newspapers to read, no television to distract
her from her sense of innocent wonder at all the beautiful things
around her. "Why must one lose one's innocence to become a woman?"
she pondered wistfully.
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(Jim)
Little did she know, but she had less than 10 seconds to live.
Thousands of miles above the city, the Anu'udrian mothership
launched the first of its lithium fusion missiles. The dim-witted
wimpy peaceniks who pushed the Unilateral Aerospace Disarmament
Treaty through the congress had left Earth a defenseless target
for the hostile alien empires who were determined to destroy the
human race. Within two hours after the passage of the treaty
the Anu'udrian ships were on course for Earth, carrying enough
firepower to pulverize the entire planet. With no one to stop
them, they swiftly initiated their diabolical plan. The lithium
fusion missile entered the atmosphere unimpeded. The President,
in his top-secret Mobile submarine headquarters on the ocean floor
off the coast of Guam, felt the inconceivably massive explosion,
which vaporized poor, stupid Laurie and 85 million other Americans.
The President slammed his fist on the conference table. "We can't
allow this! I'm going to veto that treaty! Let's blow 'em out of
the sky!"
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(Rebecca)
This is absurd. I refuse to continue this mockery of literature.
My writing partner is a violent, chauvinistic semi-literate
adolescent.
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(Jim)
Yeah? Well, you're a self-centered tedious neurotic whose attempts
at writing are the literary equivalent of Valium. "Oh shall I have
chamomile tea? Or shall I have some other sort of F*CKING TEA??? Oh
no, I'm such an air headed bimbo who reads too many Danielle Steele
novels."
----------------------------------------------------------
(Rebecca)
Asshole.
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(Jim)
Bitch.
----------------------------------------------------------
(Rebecca)
Wanker.
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(Jim)
slut.
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(Rebecca)
Get f*cked.
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(Jim)
Eat shit.
--------------------------------------------------------
(Rebecca)
F*CK YOU - YOU NEANDERTHAL!!!
----------------------------------------------------------
(Jim)
Go drink some tea - whore.
--------------------------------------------------------
(Teacher)
A+ I really liked this one.
Numa Palavra só: Épico!
Joum
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Brindar sem beber...
Olá amigos!
Ontem, como é tradição na primeira sexta-feira de cada mês, reuniu-se o "Grupo do Melo" no restaurante que dá pelo mesmo nome.
Encontrei, porventura no fundo dum copo da Super Bock, motivo para vir aqui postar qualquer coisinha.
Entre comentários avulsos, dei por mim a emitir deambulções verbais sobre a minha vida intíma, tudo por culpa desse belo produto da Unicer.
Conta quem viu (e ouviu) que aqui o menino já não factura há algum tempo. Mais ainda, o menino cometeu (inadvertidamente, note-se - não por opção) o acto do celibato durante o passado ano de 2008, acto esse que começou (uma vez mais, inadvertidamente) no já razoavelmente longínquo ano de 2007 (que em termos de facturação, é há demasiado tempo para ser saudável).
Conclui então o seguinte: 2007 mais 7 são 2014. Que eu tenha recordação, e olhem que eu não sou gajo de me esquecer destas coisas, acreditem, desde 2002 eu NUNCA brindei de ânimo leve, ou seja, brindo e bebo SEMPRE. Por isso, até prova em contrário, ter passado o ano de 2008 inteirinho a seco, deve-se única e exclusivamente ao facto de eu ser um desastre pegado com as meninas, e não tem nada a ver com ser o "ínicio de um calvário de 7 anos" como alguém cometeu ontem a infelicidade de sugerir.
Até porque, estimados amigos, isto da maneira que anda, se eu por acaso ficar algum tempo sem mandar umas postas, já sabem, cansei-me do celibato (inadvertido, etc, etc) e morri com uma intoxicação pesadíssima de chumbo. Daquelas tipo calibre .45 à là Clint Eastwood com a sua Magnum XL.
Aproveito então para lançar o repto a quem estiver solidário com o meu problema e queira dar pinta de benemérito:
"Se tiverem primas/irmãs/amigas/colegas/tias/cunhadas boas (riscar o que não se aplicar), por favor avisem-me! (MESMO!)"
Sem mais de momento, o sempre vosso,
Joum
Ontem, como é tradição na primeira sexta-feira de cada mês, reuniu-se o "Grupo do Melo" no restaurante que dá pelo mesmo nome.
Encontrei, porventura no fundo dum copo da Super Bock, motivo para vir aqui postar qualquer coisinha.
Entre comentários avulsos, dei por mim a emitir deambulções verbais sobre a minha vida intíma, tudo por culpa desse belo produto da Unicer.
Conta quem viu (e ouviu) que aqui o menino já não factura há algum tempo. Mais ainda, o menino cometeu (inadvertidamente, note-se - não por opção) o acto do celibato durante o passado ano de 2008, acto esse que começou (uma vez mais, inadvertidamente) no já razoavelmente longínquo ano de 2007 (que em termos de facturação, é há demasiado tempo para ser saudável).
Conclui então o seguinte: 2007 mais 7 são 2014. Que eu tenha recordação, e olhem que eu não sou gajo de me esquecer destas coisas, acreditem, desde 2002 eu NUNCA brindei de ânimo leve, ou seja, brindo e bebo SEMPRE. Por isso, até prova em contrário, ter passado o ano de 2008 inteirinho a seco, deve-se única e exclusivamente ao facto de eu ser um desastre pegado com as meninas, e não tem nada a ver com ser o "ínicio de um calvário de 7 anos" como alguém cometeu ontem a infelicidade de sugerir.
Até porque, estimados amigos, isto da maneira que anda, se eu por acaso ficar algum tempo sem mandar umas postas, já sabem, cansei-me do celibato (inadvertido, etc, etc) e morri com uma intoxicação pesadíssima de chumbo. Daquelas tipo calibre .45 à là Clint Eastwood com a sua Magnum XL.
Aproveito então para lançar o repto a quem estiver solidário com o meu problema e queira dar pinta de benemérito:
"Se tiverem primas/irmãs/amigas/colegas/tias/cunhadas boas (riscar o que não se aplicar), por favor avisem-me! (MESMO!)"
Sem mais de momento, o sempre vosso,
Joum
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Taça do quê?!
Ora então boa noite a todos!
Decidi fazer uma pausa no estudo de Sistemas e Controlo (jasus!) para vir aqui partilhar convosco algumas impressões que recolhi no final deste longo dia.
Hoje apercebi-me, por ser demais evidente, que o Futebol Clube do Porto não tem banco. Apercebi-me também que o Jesualdo Ferreira ainda não sabe disso. Tomei ainda a percepção que o Jesualdo Ferreira não percebe muito de futebol. Como sou um indivíduo minimamente inteligente e perspicaz (ou não), e já sei somar desde a primeira classe, quando um treinador de futebol escolhe as segundas opções do plantel (e em alguns casos as terceiras, ou quartas como hoje o "Professor" fez), não se pode contar ganhar porra absolutamente nenhuma.
Tendo em conta esta visão, apercebi-me do facto mais chocante do dia:
O Professor Jesualdo Ferreira é um nabo!
Mais ainda:
O Professor Jesualdo Ferreira é um nabo, presunçoso, pedante e arrogante que acha que as escolhas que fez para o jogo de hoje eram suficientes para arrumar com o Sporting a 75% (percentagem completamente aleatória) da sua força, visto que também não alinharam algumas das escolhas "normais" do Paulo Bento (que não é professor, e pelos vistos já percebe mais de matemática que o Professor Jesualdo Ferreira).
Como não quero transformar este blog num espaço de ataque ao Professor Jesualdo Ferreira, até porque o conceito lhe é completamente desconhecido (sim, ele não sabe o que é atacar!), remeto para vossa consideração estes meus pensamentos.
Sem mais de momento,
joum
Decidi fazer uma pausa no estudo de Sistemas e Controlo (jasus!) para vir aqui partilhar convosco algumas impressões que recolhi no final deste longo dia.
Hoje apercebi-me, por ser demais evidente, que o Futebol Clube do Porto não tem banco. Apercebi-me também que o Jesualdo Ferreira ainda não sabe disso. Tomei ainda a percepção que o Jesualdo Ferreira não percebe muito de futebol. Como sou um indivíduo minimamente inteligente e perspicaz (ou não), e já sei somar desde a primeira classe, quando um treinador de futebol escolhe as segundas opções do plantel (e em alguns casos as terceiras, ou quartas como hoje o "Professor" fez), não se pode contar ganhar porra absolutamente nenhuma.
Tendo em conta esta visão, apercebi-me do facto mais chocante do dia:
O Professor Jesualdo Ferreira é um nabo!
Mais ainda:
O Professor Jesualdo Ferreira é um nabo, presunçoso, pedante e arrogante que acha que as escolhas que fez para o jogo de hoje eram suficientes para arrumar com o Sporting a 75% (percentagem completamente aleatória) da sua força, visto que também não alinharam algumas das escolhas "normais" do Paulo Bento (que não é professor, e pelos vistos já percebe mais de matemática que o Professor Jesualdo Ferreira).
Como não quero transformar este blog num espaço de ataque ao Professor Jesualdo Ferreira, até porque o conceito lhe é completamente desconhecido (sim, ele não sabe o que é atacar!), remeto para vossa consideração estes meus pensamentos.
Sem mais de momento,
joum
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