quarta-feira, 27 de junho de 2007

Ah, e tal...

A pedido de muitas famílias venho hoje aqui depositar uma observaçãozinha de detalhe sobre o propósito da existência e funcionalidade deste blog.

Com efeito, e na sequência dum comentário há algum tempo deixado por alguém que não teve a ombridade de dar a cara (leia-se, dar o nome), fui interpelado por uma pessoa sobre o porquê do seu comentário náo ter tido o mesmo tipo de tempo de antena no meu corrosivo discurso.

Acontece caro leitor, que este blog existe para manifestações do MEU estado de espírito e não para abespinhar com insultos ou provocações o incauto internauta que se cruza com esta pérola do oceano da informação, e se acha por A + B no direito de comentar.

Agora que está formada a acusação, vamos atacar.

Como já referi anteriormente, este espaço é MEU. Reservo-me portanto o direito de permitir ou proibir comentários de quem quer que seja, porque motivo for.

Uma vez mais, explico que não é por achar que tem mais piada que eu que pode observar seja o que for relativamente ao conteúdo deste espaço, uma vez que ele é MEU!

Mas, como o estimado transeunte já deverá ter observado, ninguém tem mais piada que eu (talvez haja alguém com esse azar, mas eu sou mais bonito), logo, essa esfarrapada desculpa para encher o meu blog de porcaria perde toda a eficácia.

Faço por fim o aviso que daqui em diante, a moderação deste blog será feita à boa maneira de antigamente, e tal ( não, não é tipo Gil Vicente e tal, é tipo Salazar mesmo).

Deixo-vos e remeto-vos para a consideração das minhas palavras, não podendo contudo deixar de enviar eu saudoso abraço fraterno, ou um apaixonado beijo de língua, no caso de serem gajas muito boas!

Joum

sábado, 9 de junho de 2007

Olha, olha...

Pois é estimado leitor(a)!...

É com enorme satisfação que constato que fui pela primeira vez alvo de um comentário (penso eu) sobejamente invejoso. Pela primeira vez alguém se deu ao trabalho de criticar de uma forma destrutiva o meu exemplar desabafo. Em má hora, devo dizê-lo. E digo-o com esta leveza de ânimo porque me encontro perfeitamente consciente que a má disposição que temperava o meu estado de espírito aquando da escritura de tão proverbial texto, ainda não abandonou o meu ser.

Dedico portanto, com alguma secura, bem o sei, mas com o profundo desejo de não sobrar espaço para a fomentação de azedumes e mágoas recalcadas de falta de carácter, o seguinte comentário (desta feita, não invejoso, mas sim de desdém) ao incauto autor do 1º (e por agora, único) comentário feito ao anterior post, que certamente o fez no desconhecimento da capacidade verbal e insultuante da entidade à qual se referiu com tal firmeza de discurso. Aqui vai:

"Caro amigo, vai tomar no cu!"

Reparo agora, por se tornar por demais óbvio e notório, que me sinto a modos que mais leve, mais realizado.

Despeço-me fazendo votos de um excepcional e feliz fim-de-semana, uma vez que parte da minha má disposição desvaneceu para se alojar no último vocábulo da minha resposta, e também no organismo do vil comentador, quer por via da absorção auditiva, mas também por via rectal.

Sem mais de momento, o sempre vosso,

joum

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Que porcaria de vida!

Hoje, para variar não saúdo ninguém e, para variar também, estou revoltado com tudo e com todos. Devem ser vestígios da minha actividade hormonal da adolescência ou então é só parvoíce mesmo.

Ando desiludido com a vida e cheguei à conclusão que se quando se quer alguma coisa bem feita, é bom que tenhas muito dinheiro para pagar a alguém competente para o fazer.

Nunca nestes meus 5 já longos anos de frequência universitária me senti tão maltratado pela quantidade de coisas ridículas que nos tentam enfiar na cabeça e pela forma como o estudante do ensino superior é tratado neste país!

Tomei a decisão de acabar o curso o mais depressa possível para me poder dedicar a tempo inteiro à actividade de fazer coisa nenhuma, porque realmente trabalhar dá mesmo trabalho e eu não quero ter trabalho por isso o melhor que tenho e posso fazer é trabalhar para não ter trabalho.

Quero contudo ter um emprego, mas quero um daqueles que não dá muito trabalho, tipo professor na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Está mais que visto que fazer exames finais (!) de escolha múltipla a cadeiras práticas com 30 perguntas do género:

"Um submarino amarelo ia a descrever uma curva de raio R quando perdeu uma esfera de rolamento do manípulo da alavanca duma slot-machine. Sabendo que nessa noite 5*10^6 pássaros defecaram no telhado da casa do comandante do navio, qual é a altura do Empire State Builing em unidades do sistema norte-americano?

a) O QUÊ????
b) 300.000 iogurtes de tutti-frutti
c) Jorge, gostava de ligar para casa.
d) Todas as anteriores respostas estão certas, à excepção das opções a), b) e c)."

Estou farto disto!

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Que saudades!

Olá!

Confio que o estimado leitor certamente se recorde daquela já distante época em que aquele que (supostamente) é o maior humorista português de todos os tempos, Herman José, conseguia de uma forma mais ou menos natural, fazer vingar o seu humor, produzindo gargalhada geral no seio do seu agregado familiar durante o horário nobre de um fim-de-semana.

Acontece que ao contrário do que acontece com um bom vinho, este humorista foi perdendo algumas das suas propriedades com o tempo, acabando por degenerar, no seguimento da anterior garrafa, perdão, metáfora, num chamado vinho carrascão.

Na minha muito modesta opinião, o homem passou de engraçado constante a parvalhão frequente mais depressa do que eu passo camisas a ferro (não que eu seja muito rápido, mas demoro menos de um mês e ele não demorou). Foi uma fase bastante negra do humor português, que pensei eu ainda ter uma oportunidade de recuperar algum do seu fulgor de outros tempos (i.e.: "Herman Enciclopédia"), mas que resultou, não obstante, num retundente: "Bolas! O gajo é mesmo parolo!"

Contudo, num acesso de raiva nostálgica durante um ataque de caspa que sofri esta tarde enquanto coçava a cabeça com a ponta da unhaca, decidi revisitar alguns dos bons momentos que este senhor já nos conseguiu proporcionar, bem como deleitar-me com algum do melhor humor nacional do momento (o pior humor do momento podem encontrar neste blog).

Faço votos de um óptimo dia mundial da cena!
(aposto que não sabiam que era hoje, pois não?)

joum

domingo, 3 de junho de 2007

Sou sempre eu!...

Olá a todos e todas!

Queria aproveitar esta oportunidade para manifestar o meu descontentamento com algumas situações que se têm verificado ao longo dos últimos dias.

No plano profissional, gostaria de constatar que estou no bom caminho e que finalmente vou conseguir fazer alguma coisa por mim abaixo para além das minhas necessidades fisiológicas, mas não o posso fazer, porque mais do que a enganar o prezado(a) leitor(a), estaria a enganar-me a mim próprio, porque realmente não está lá muito fácil.

No plano afectivo/sentimental, posso afirmar de peito erguido que me ando a portar de uma forma exemplar, uma vez que agora já consigo afastar pessoas da minha convivência sem sequer fazer nada por isso. Ou seja, sou competente na minha incompetência. Acho que posso estar orgulhoso disso. Ou não.

No plano da saúde, ando com umas dores esquisitas no calcanhar do único pé que não se atrapalha a chutar a bola, o que é mau porque a minha carreira futebolística ia agora dar o salto. Do banco para o sofá. De qualquer forma penso que ou se trata de um espigão calciforme que está a formar-se nos interstícios da articulação do calcanhar, ou então é o meu outro eu a fazer ronha como o Simão.

Não tenho mais nada a acrescentar neste momento, mas não posso contudo deixar de culpabilizar o Maia pelo suplício a que o leitor se submeteu ao ler este post.

joum