Olá!
Confio que o estimado leitor certamente se recorde daquela já distante época em que aquele que (supostamente) é o maior humorista português de todos os tempos, Herman José, conseguia de uma forma mais ou menos natural, fazer vingar o seu humor, produzindo gargalhada geral no seio do seu agregado familiar durante o horário nobre de um fim-de-semana.
Acontece que ao contrário do que acontece com um bom vinho, este humorista foi perdendo algumas das suas propriedades com o tempo, acabando por degenerar, no seguimento da anterior garrafa, perdão, metáfora, num chamado vinho carrascão.
Na minha muito modesta opinião, o homem passou de engraçado constante a parvalhão frequente mais depressa do que eu passo camisas a ferro (não que eu seja muito rápido, mas demoro menos de um mês e ele não demorou). Foi uma fase bastante negra do humor português, que pensei eu ainda ter uma oportunidade de recuperar algum do seu fulgor de outros tempos (i.e.: "Herman Enciclopédia"), mas que resultou, não obstante, num retundente: "Bolas! O gajo é mesmo parolo!"
Contudo, num acesso de raiva nostálgica durante um ataque de caspa que sofri esta tarde enquanto coçava a cabeça com a ponta da unhaca, decidi revisitar alguns dos bons momentos que este senhor já nos conseguiu proporcionar, bem como deleitar-me com algum do melhor humor nacional do momento (o pior humor do momento podem encontrar neste blog).
Faço votos de um óptimo dia mundial da cena!
(aposto que não sabiam que era hoje, pois não?)
joum
segunda-feira, 4 de junho de 2007
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